PRODUÇÃO VOLTA A CRESCER NO BRASIL

A produção industrial brasileira cresceu 2,6% em setembro na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o melhor para o mês de setembro desde 2013. É também o quinto resultado positivo consecutivo do indicador. Bons desempenhos da produção de bens de capital e bens duráveis puxaram o indicador para cima.

Na comparação de setembro com agosto deste ano, a alta da produção foi de 0,2%, tendo como destaque a melhora da produção de bens duráveis e bens intermediários.
No acumulado do terceiro trimestre, frente a igual período de 2016, a alta na produção foi de 3,1%. É o terceiro trimestre consecutivo de alta. No acumulado dos nove meses de 2017, a alta na produção foi de 1,6%.

No acumulado em 12 meses, a produção teve alta de 0,4%, interrompendo ciclo de 39 meses de queda. Desde maio de 2014 que esse indicador não registrava aumento.
Em dezembro de 2016, a produção havia interrompido 36 meses de queda na comparação anual. Nos quatro primeiros meses deste ano, houve movimento errático da produção, com quedas seguidas de altas mês após mês. Desde maio, contudo, que a produção tem subido de forma contínua.

O resultado mês após mês neste ano mostra que a recuperação ainda é “lenta e gradual”, explicou o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo.

Antes de registrar alta de 2,6% em setembro, por exemplo, a produção havia tido alta de 3,9% em agosto. A perda de ritmo, explicou Macedo, ocorre em razão de uma base de comparação depreciada e também em razão de uma recuperação ainda tímida do mercado interno no país.

Apesar das seguidas quedas da taxa de juros, o investimento em produção ainda esbarra na melhora tímida do mercado de trabalho e nas incertezas da crise política. Macedo lembrou que o desemprego recua no País apoiado principalmente no aumento do trabalho informal. Sem a proteção das leis trabalhistas, trabalhadores informais ainda não estariam confiantes o suficiente para consumir e aquecer o mercado interno.

Na outra ponta, os empresários estão adiando suas decisões de investimentos por conta da crise política. “A indústria vem de quase três anos de queda na produção. Essa oscilação no movimento de recuperação acompanha a lenta melhora da economia em geral”, disse Macedo.

Exportações – Enquanto o mercado interno ainda resiste a deslanchar, a produção brasileira tem sido direcionada para as exportações. Na comparação de setembro deste ano com setembro do ano passado, houve alta de 16,2% na produção de bens duráveis. Segundo Macedo, a produção de veículos para o mercado externo puxou o indicador para cima.

Os bens de capital, que são as máquinas voltadas para indústria, tiveram alta de 5,7% na mesma base de comparação. Esse segmento teria tido impacto positivo na exportação de caminhões e tratores. A celulose também compõe o rol de produtos industriais destinados ao mercado externo. “As exportações continuam explicando os bons resultados de uma parcela importante da indústria”, disse Macedo. Fonte: Jornal Diário do Comércio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A produção industrial brasileira cresceu 2,6% em setembro na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o melhor para o mês de setembro desde 2013. É também o quinto resultado positivo consecutivo do indicador. Bons desempenhos da produção de bens de capital e bens duráveis puxaram o indicador para cima.

Na comparação de setembro com agosto deste ano, a alta da produção foi de 0,2%, tendo como destaque a melhora da produção de bens duráveis e bens intermediários.
No acumulado do terceiro trimestre, frente a igual período de 2016, a alta na produção foi de 3,1%. É o terceiro trimestre consecutivo de alta. No acumulado dos nove meses de 2017, a alta na produção foi de 1,6%.

No acumulado em 12 meses, a produção teve alta de 0,4%, interrompendo ciclo de 39 meses de queda. Desde maio de 2014 que esse indicador não registrava aumento.
Em dezembro de 2016, a produção havia interrompido 36 meses de queda na comparação anual. Nos quatro primeiros meses deste ano, houve movimento errático da produção, com quedas seguidas de altas mês após mês. Desde maio, contudo, que a produção tem subido de forma contínua.

O resultado mês após mês neste ano mostra que a recuperação ainda é “lenta e gradual”, explicou o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo.

Antes de registrar alta de 2,6% em setembro, por exemplo, a produção havia tido alta de 3,9% em agosto. A perda de ritmo, explicou Macedo, ocorre em razão de uma base de comparação depreciada e também em razão de uma recuperação ainda tímida do mercado interno no país.

Apesar das seguidas quedas da taxa de juros, o investimento em produção ainda esbarra na melhora tímida do mercado de trabalho e nas incertezas da crise política. Macedo lembrou que o desemprego recua no País apoiado principalmente no aumento do trabalho informal. Sem a proteção das leis trabalhistas, trabalhadores informais ainda não estariam confiantes o suficiente para consumir e aquecer o mercado interno.

Na outra ponta, os empresários estão adiando suas decisões de investimentos por conta da crise política. “A indústria vem de quase três anos de queda na produção. Essa oscilação no movimento de recuperação acompanha a lenta melhora da economia em geral”, disse Macedo.

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Exportações – Enquanto o mercado interno ainda resiste a deslanchar, a produção brasileira tem sido direcionada para as exportações. Na comparação de setembro deste ano com setembro do ano passado, houve alta de 16,2% na produção de bens duráveis. Segundo Macedo, a produção de veículos para o mercado externo puxou o indicador para cima.

Os bens de capital, que são as máquinas voltadas para indústria, tiveram alta de 5,7% na mesma base de comparação. Esse segmento teria tido impacto positivo na exportação de caminhões e tratores. A celulose também compõe o rol de produtos industriais destinados ao mercado externo. “As exportações continuam explicando os bons resultados de uma parcela importante da indústria”, disse Macedo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A produção industrial brasileira cresceu 2,6% em setembro na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o melhor para o mês de setembro desde 2013. É também o quinto resultado positivo consecutivo do indicador. Bons desempenhos da produção de bens de capital e bens duráveis puxaram o indicador para cima.

Na comparação de setembro com agosto deste ano, a alta da produção foi de 0,2%, tendo como destaque a melhora da produção de bens duráveis e bens intermediários.
No acumulado do terceiro trimestre, frente a igual período de 2016, a alta na produção foi de 3,1%. É o terceiro trimestre consecutivo de alta. No acumulado dos nove meses de 2017, a alta na produção foi de 1,6%.

No acumulado em 12 meses, a produção teve alta de 0,4%, interrompendo ciclo de 39 meses de queda. Desde maio de 2014 que esse indicador não registrava aumento.
Em dezembro de 2016, a produção havia interrompido 36 meses de queda na comparação anual. Nos quatro primeiros meses deste ano, houve movimento errático da produção, com quedas seguidas de altas mês após mês. Desde maio, contudo, que a produção tem subido de forma contínua.

O resultado mês após mês neste ano mostra que a recuperação ainda é “lenta e gradual”, explicou o gerente da Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo.

Antes de registrar alta de 2,6% em setembro, por exemplo, a produção havia tido alta de 3,9% em agosto. A perda de ritmo, explicou Macedo, ocorre em razão de uma base de comparação depreciada e também em razão de uma recuperação ainda tímida do mercado interno no país.

Apesar das seguidas quedas da taxa de juros, o investimento em produção ainda esbarra na melhora tímida do mercado de trabalho e nas incertezas da crise política. Macedo lembrou que o desemprego recua no País apoiado principalmente no aumento do trabalho informal. Sem a proteção das leis trabalhistas, trabalhadores informais ainda não estariam confiantes o suficiente para consumir e aquecer o mercado interno.

Na outra ponta, os empresários estão adiando suas decisões de investimentos por conta da crise política. “A indústria vem de quase três anos de queda na produção. Essa oscilação no movimento de recuperação acompanha a lenta melhora da economia em geral”, disse Macedo.

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Exportações – Enquanto o mercado interno ainda resiste a deslanchar, a produção brasileira tem sido direcionada para as exportações. Na comparação de setembro deste ano com setembro do ano passado, houve alta de 16,2% na produção de bens duráveis. Segundo Macedo, a produção de veículos para o mercado externo puxou o indicador para cima.

Os bens de capital, que são as máquinas voltadas para indústria, tiveram alta de 5,7% na mesma base de comparação. Esse segmento teria tido impacto positivo na exportação de caminhões e tratores. A celulose também compõe o rol de produtos industriais destinados ao mercado externo. “As exportações continuam explicando os bons resultados de uma parcela importante da indústria”, disse Macedo.